terça-feira, 30 de setembro de 2014
Contra a Alienação Parental - a Cartilha
A alienação parental se caracteriza quando a mãe ou o pai estimula uma criança a romper os laços afetivos com o outro cônjuge, criando fortes sentimentos de ansiedade e temor em relação ao outro genitor. A lei prevê medidas que vão desde o acompanhamento psicológico até a aplicação de multa, ou mesmo a perda da guarda da criança a pais que estiverem alienando os filhos. #NaoaAlienacaoParental. Confira detalhes na Lei n. 12.318/2010: http://bit.ly/1bMkN3d.
CARTILHA ALIENAÇÃO PARENTAL
http://www.tjmt.jus.br/intranet.arq/downloads/Imprensa/NoticiaImprensa/file/2014/04%20-%20Abril/25%20-%20Cartilha%20-%20Aliena%C3%A7%C3%A3o.pdf
https://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&site=imghp&tbm=isch&source=hp&biw=1027&bih=428&q=aliena%C3%A7%C3%A3o+parental&oq=aliena%C3%A7%C3%A3o&gs_l=img.1.1.0i19l2.1367.3657.0.5315.9.7.0.2.2.0.372.636.2-1j1.2.0....0...1ac.1.54.img..5.4.651.MLP0YUeesGQ#facrc=_&imgdii=_&imgrc=heNOfGGSoO8L4M%253A%3BCWXf_6zOsA_LWM%3Bhttp%253A%252F%252F4.bp.blogspot.com%252F-EBZ7AKdPlwM%252FUXl4mH-ra7I%252FAAAAAAAAAyU%252FDYY3v3jvPus%252Fs1600%252FSAP2.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fpamkishi.blogspot.com%252F%3B707%3B643
https://www.facebook.com/cnj.oficial/photos/a.191159914290110.47167.105872382818864/747080882031341/?type=1
domingo, 28 de setembro de 2014
VII FÓRUM DEBATE 2014: “A RELAÇÃO FAMILIAR E TRATAMENTO NA DEPENDÊNCIA QUÍMICA”
CEFATEF | 25-09-2014
O CEFATEF – Centro de Formação e Estudos Terapêuticos da Família e a FACULDADES DOCTUM, em nome das diretorias e da equipe organizadora convidam para o:
VII FÓRUM EM DEBATE DE 2014:
“A RELAÇÃO FAMILIAR E O TRATAMENTO NA DEPENDÊNCIA QUÍMICA”
EIXOS TEMÁTICOS DO ENCONTRO
- A família e a relação na dependência química
- O dependente e a relação com a família
- O tratamento familiar
DEBATEDORES:
Profa. Regina Ribeiro Neves.
Graduada em Psicologia. Possui Pós-Graduação em Prevenção ao uso de Álcool e drogas no ambiente do Trabalho pela Universidade Federal de Santa Catarina, MBA em Aspectos Psicobiológicos da Saúde do Trabalhador, Especialização em Gestão do Comportamento pela Escola Paulista de Medicina da UNIFESP e Extensão Universitária em Saúde Mental e Justiça pela Faculdade de Medicina da USP. Atua como policial e palestrante da Divisão de Prevenção e Educação do DIPE - Departamento de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico-DENARC. Realiza atendimento e Encaminhamento aos drogadependentes e seus familiares.
Profa. Ms. Luis Antonio da Silva.
Graduado em Psicologia pela Universidade São Marcos e Técnico em Organização e Gestão de Eventos pela Anhembi Morumbi. Possui Mestrado Multidisciplinar em Administração, Comunicação e Educação, pela Universidade São Marcos. Pós-Graduado com MBA em Gestão Empresarial pela Uninove. Consultor de Recursos Humanos, Psicólogo Clínico e Acompanhante Terapêutico. Coordenador de Pós-Graduação no Campo Sociojurídico pelo Cefatef. Trabalhou como Acompanhante Terapêutico nos Estados Unidos e Inglaterra.
Profa. Adriana Moro Maieski.
Graduada em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Possui Mestrado em Ciências (Depto. Medicina Preventiva) pela Universidade de São Paulo, Especialização em Dependência Química pela UNIFESP, em Terapia de Família e Casal pela UNIFESP. Professora de cursos de Pós-Graduação nas áreas de Saúde Mental e Terapia de Família. Supervisora de Serviço Social no Setor de Adultos - PROAD - Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes do Departamento de Psiquiatria, UNIFESP. Tem experiência na área de Serviço Social, com ênfase em Serviço Social da Saúde Mental- Dependência de Drogas.
Coordenadores:
Cléo Melo, A. Roberto Cavalini, Fabiane M. Siqueira e Eugenio N. Cavalini.
DATA: 18/10/2014 (sábado)
HORÁRIO: das 8h30 às 12h00
LOCAL: Câmara Municipal de São Paulo. 8º andar. Salão Nobre Viaduto Jacareí, 100 – Bela Vista
INSCRIÇÕES no site: www.cefatef.com.br
Confere Certificado
http://www.cefatef.com.br/noticias.php?noticia=34
sábado, 27 de setembro de 2014
VI Simpósio - Tema: "RETRATOS, OLHARES E MANEJOS DA DEPRESSÃO NO IDOSO"
Se eu tiver filhos gays: Quatro promessas de um pastor cristão e pai
Eu, Ana Maria tenho um filho gay e o amooo muito
Às vezes eu penso se terei filhos gays.
Eu não sei se outros pais pensam sobre isso. Mas eu penso. Muito frequentemente.
Talvez seja porque eu tenha muitos gays na minha família e círculo de amigos. Está em meus genes e em minha tribo.
Talvez seja porque, como pastor de estudantes, eu tenha visto e ouvido as histórias de horror de crianças cristãs e gays, dentro e fora do armário, tentando fazer parte da igreja.
Talvez porque, como cristão, eu interaja com tantas pessoas que acham a homossexualidade a coisa mais repulsiva de se imaginar e que fazem questão de deixar isso abundantemente claro a cada oportunidade.
Qualquer que seja a razão, eu penso nisso frequentemente. Como pastor e como pai eu quero fazer algumas promessas a você e aos meus dois filhos.
1) Se eu tiver filhos gays, todos vocês saberão disso.
Minhas crianças não serão nosso mais bem guardado segredo familiar.
Eu não vou desconversar com estranhos. Eu não vou falar em linguagem vaga. Eu não tentarei colocar um venda nos olhos de todos e eu não pouparei as emoções dos mais velhos, ou dos que se ofendem facilmente ou dos desconfortáveis. A infância já é difícil o suficiente e a maioria dos gays passam sua existência se sentindo horríveis, excruciantemente desconfortáveis. Eu não colocarei os meus filhos em mais desconforto desnecessário só para fazer o jantar de Ação de Graças mais fácil para um primo de terceiro grau rancoroso.
Se meus filhos saírem do armário, sairemos do armário como família.

Pastor John Pavlovitz
2) Se eu tiver filhos gays, eu orarei por eles.
Eu não orarei para que eles sejam “normais”. Já vivi o suficiente para saber que, se meus filhos forem gays, este é o normal deles.
Eu não orarei para Deus curá-los ou consertá-los. Vou orar para que Deus os proteja da ignorância, do ódio e da violência que o mundo despejará sobre eles simplesmente por eles serem quem são. Vou orar para que Deus lhes coloque um escudo de proteção contra aqueles que os desprezam e querem machucá-los, que os amaldiçoam ao inferno e que os colocam como condenados sem nem mesmo conhecê-los. Eu orarei para que eles apreciem a vida, o sonho, que sintam, que perdoem e amem a Deus e a humanidade.
Acima de tudo, orarei para que meus filhos não recebam o tratamento nada cristão de suas ovelhas mal guiadas a ponto de afastá-los de seus caminhos.
3) Se eu tiver filhos gays, eu os amarei.
Não estou falando de um amor distante, tolerante e cheio de reservas. Será um amor extravagante, de coração aberto, sem desculpas. Aquele tipo de amor que constrange na porta da escola.
Eu não vou amá-los apesar de sua sexualidade nem vou amá-los por causa dela. Vou amá-los simplesmente por serem quem eles são: doces, engraçados, carinhosos, inteligentes, legais, teimosos, originais, lindos e… meus.
Se meus filhos forem gays, eles poderão ter milhões e milhões de dúvidas sobre si mesmos, sobre o mundo, mas nunca terão um segundo de dúvida sobre o amor que o pai deles sente por eles.
4) Se eu tiver filhos gays, basicamente, terei filhos gays
Se meus filhos forem gays – e eles já são bem gays… [gay em inglês significa, antes de tudo, alegre]Bem, isso quer dizer que Deus já os criou e os moldou e colocou neles a semente de quem eles são dentro deles. O Salmo 139 diz que Ele “os costurou no útero de sua mãe”. Para mim isso quer dizer que as incríveis e intricadas coisas que os fazem almas únicas na história foi colocado em suas células.
Por isso, não há um “deadline” para a sexualidade deles pela qual eu e sua mãe estejamos orando fervorosamente. Eu não acredito que haja alguma data de expiração mágica se aproximando quando eles “se tornarão héteros”.
O que há hoje é uma simples e jovem versão de quem eles serão; e hoje eles são incríveis.
Muitos de vocês podem se ofender com tudo isso. Eu percebo totalmente. Eu sei que isso deve ser especialmente verdade se você é uma pessoa religiosa, que acha esse tópico totalmente nojento.
Conforme vocês foram lendo isso, podem ter revirado os olhos ou selecionado trechos das escrituras para enviar ou orado para que eu me arrependa ou se preparado para deixarem de ser meus amigos ou me chamado de pecador, mau, herege condenado ao inferno… Mas da forma mais gentil e compreensiva que eu possa ser, digo uma coisa: não dou a mínima.
Isto não diz respeito a você. Isto é muito maior que você.
Você não é a pessoa que eu esperei ansiosamente por nove meses. Você não é a pessoa pela qual eu chorei de alegria quando nasceu. Você não é a pessoa a quem dei banho, alimentei, balancei para dormir durante as noites. Você não é a pessoa a quem eu ensinei a andar de bicicleta e cujo joelho esfolado eu beijei ou cuja mão eu segurei enquanto levava pontos. Você não é a pessoa cuja cabeça eu amo cheirar, cujo rosto ilumina quando eu chego em casa à noite e cuja risada soa como música para minha alma.
Você não é a pessoa que diariamente me dá significado e propósito e que eu adoro mais do que jamais imaginei adorar algo. E você não é a pessoa com quem eu espero estar quando der meus últimos suspiros neste planeta, olhando para trás agradecido por uma vida de tesouros compartilhados, sabendo que eu te amei da maneira certa.
Se você é pai, eu não sei como você responderá caso seus filhos sejam gays, mas eu oro para que você considere isso.
Um dia, a despeito de suas percepções sobre seus filhos ou de como foi sua paternidade, você talvez tenha que responder para uma criança assustada e ferida, cujo sentido de paz, identidade, aceitação, na verdade seu próprio coração, serão colocados em suas mãos de uma maniera que você nunca imaginou. E você terá de responder a isso.
Se este dia chegar para mim, se meus filhos saírem do armário para mim, este é o pai que eu espero ser para eles.
* Nota do autor: A palavra “gay” usada neste post se refere a qualquer um que se identifique como LGBT. Embora em conheça e respeite as distinções e diferenças, escolhi esta palavra porque ela é a mais simples e facilmente comunicável para o contexto deste artigo. Foi a maneira mais clara de me referir aos indivíduos não heterossexuais, usando uma palavra comum que ressoaria facilmente para o leitor comum.
http://www.ladobi.com/2014/09/se-eu-tiver-filhos-gays/
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE O ESTATUTO DA DIVERSIDADE SEXUAL - OAB Secional
Secional
| Abertura – 19 horas DRA. IVETTE SENISE FERREIRA Vice-Presidente da OAB SP. DRA. ADRIANA GALVÃO MOURA ABÍLIO Advogada; Conselheira Secional e Presidente da Comissão da Diversidade Sexual e Combate a Homofobia da OAB SP. *** 19h30 PAINEL “PRINCIPAIS APONTAMENTOS SOBRE O ESTATUTO DA DIVERSIDADE SEXUAL” DRA. ROSANGELA NOVAES Advogada; Especialista em Direito Homoafetivo e Secretaria da Comissão Especial da Diversidade Sexual do Conselho Federal da OAB. DR. PAULO IOTTI Advogado; Mestre e Doutorando em Direito Constitucional; Especialista em Direito da Diversidade Sexual e Direito Homoafetivo e Membro do Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual. *** 20h30 AUDIÊNCIA PÚBLICA DRA. ADRIANA GALVÃO MOURA ABÍLIO *** DRA. ROSANGELA NOVAES *** DR. PAULO IOTTI *** 21h30 AVALIAÇÕES, ENCAMINHAMENTOS E REDAÇÃO DE PROPOSTAS *** 22 horas ENCERRAMENTO Inscrições / Informações Mediante a doação de uma lata ou pacote de leite integral em pó – 400g, no ato da inscrição. Praça da Sé, 385 – Térreo – Atendimento ou pelo site: www.oabsp.org.br Promoção Comissão da Diversidade Sexual e Combate à Homofobia da OAB SP Apoio Departamento de Cultura e Eventos da OAB SP Diretor: Dr. Umberto Luiz Borges D’Urso ***Serão conferidos certificados de participação — retirar em até 90 dias*** *** Vagas limitadas *** Dr. Marcos da Costa Presidente da OAB SP | |
| Data / Horário: | 17 de outubro (sexta-feira) – 19 horas |
| Local: | Salão Nobre da OAB SP Praça da Sé, 385 – 1º andar |
| Inscreva-se aqui http://www2.oabsp.org.br/asp/cultura/cultura05.asp?pgv=a&id_cultural=15428 | |
TRANSMITA SUA MELHOR IMAGEM-curso OAB
AGREGANDO VALOR A SEU TRABALHO!
Secional
| Expositora LU SAMPAIO Consultora de Imagem e Jornalista de Moda formada pelo Instituto Europeu de Design; Pós-Graduanda em Styling e Imagem de Moda na Faculdade Santa Marcelina; Advogada graduada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Pós-Graduada em Direito Civil pela Universidade Federal de Uberlândia. Inscrições / Informações Mediante a doação de uma lata ou pacote de leite integral em pó - 400g, no ato da inscrição. Praça da Sé, 385 – Térreo – Atendimento ou pelo site: www.oabsp.org.br Promoção Departamento de Cultura e Eventos da OAB SP Diretor: Dr. Umberto Luiz Borges D’Urso ***Serão conferidos certificados de participação — retirar em até 90 dias*** *** Vagas limitadas *** Dr. Marcos da Costa Presidente da OAB SP | |
| Data / Horário: | 22 de outubro (quarta-feira) – 19 horas |
| Local: | Salão Nobre da OAB SP Praça da Sé, 385 – 1° andar |
| Inscreva-se aqui http://www2.oabsp.org.br/asp/cultura/cultura05.asp?pgv=a&id_cultural=15549 | |
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
MEU TRAB. PESSOAS SITUAÇÃO DE RUA III
Meu segundo trabalho, foi em um Centro de Acolhida masculino, com atendimento 24 horas, capacidade para 80 usuários, idade a partir de 18 anos e que fossem totalmente independentes.
A rotina normalmente era, alguns saiam cedo para trabalhar, outros saiam para `não ficar no C.A
e os mais idosos ficavam. Na grande maioria eram usuários de drogas, outros que chegavam
outros estados ou país tentar a vida aqui em São Paulo e outros por causa do desemprego.
O tempo no Centro de Acolhida era de 06 meses, durante esse tempo eles tinham atendimento
com serviço social e psicológico. A psicóloga fazia atendimento individual e algumas vezes em grupo, a assistente social entrava em contato com parceiros para vaga emprego, tirar documentos, cursos, volta a escola, nem sempre aceitavam, mas os que decidiam ter uma mudança de vida acabavam por ficar um pouco mais. Se começassem a trabalhar tinham um prazo de 03 meses
Para sair do C.A, quanto aos cursos e escola continuavam para terminarem o estudo e depois a tentativa de uma vaga de emprego.
Durante o dia, lavavam suas roupas e almoçavam.

Na parte da tarde fazem atividades de artesanatos, orientação a saúde, entre outros.

Bazar uma vez por semana ou nas festividades.
As 16:00hs começava os banhos, äs 18:00hs abertura do portão para quem estava trabalhando e
quem ficou fora durante o dia, äs 19:00hs começava o jantar, äs 20:30hs eu dava início a um projeto
de nome "Momentos de Reflexão", onde eu fazia palestras com temas diversificados para trabalhar
a auto estima.
Mensalmente fazíamos um bolo para os aniversariantes do mës.
Datas festivas sempre na programação e com ajuda dos usuários na decoração, festa junina, carnaval, Sarau, bazar, etc.

Ana Maria
A rotina normalmente era, alguns saiam cedo para trabalhar, outros saiam para `não ficar no C.A
e os mais idosos ficavam. Na grande maioria eram usuários de drogas, outros que chegavam
outros estados ou país tentar a vida aqui em São Paulo e outros por causa do desemprego.
O tempo no Centro de Acolhida era de 06 meses, durante esse tempo eles tinham atendimento
com serviço social e psicológico. A psicóloga fazia atendimento individual e algumas vezes em grupo, a assistente social entrava em contato com parceiros para vaga emprego, tirar documentos, cursos, volta a escola, nem sempre aceitavam, mas os que decidiam ter uma mudança de vida acabavam por ficar um pouco mais. Se começassem a trabalhar tinham um prazo de 03 meses
Para sair do C.A, quanto aos cursos e escola continuavam para terminarem o estudo e depois a tentativa de uma vaga de emprego.
Durante o dia, lavavam suas roupas e almoçavam.

Na parte da tarde fazem atividades de artesanatos, orientação a saúde, entre outros.
Bazar uma vez por semana ou nas festividades.
As 16:00hs começava os banhos, äs 18:00hs abertura do portão para quem estava trabalhando e
quem ficou fora durante o dia, äs 19:00hs começava o jantar, äs 20:30hs eu dava início a um projeto
de nome "Momentos de Reflexão", onde eu fazia palestras com temas diversificados para trabalhar
a auto estima.
Mensalmente fazíamos um bolo para os aniversariantes do mës.
Datas festivas sempre na programação e com ajuda dos usuários na decoração, festa junina, carnaval, Sarau, bazar, etc.

Ana Maria
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