quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Fechamento do Centro Nacional de Defesa dos Direitos Humanos da População em Situação de Rua e Catadores de Materiais Recicláveis.


Nota em Repúdio ao Fechamento do Centro Nacional de Defesa dos Direitos Humanos da População em Situação de Rua e Catadores de Materiais Recicláveis.

O Centro Nacional de Defesa de Direitos Humanos da População em Situação de Rua, com sede em Belo Horizonte, funciona desde abril de 2011 e é fruto de uma parceria entre o Governo Federal – por meio da Secretaria Nacional de Direitos Humanos (SDH) –, o Ministério Público de Minas Gerais e a Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Todavia, o convênio que consolidou esta parceria ainda não foi renovado. Várias incidências políticas foram feitas junto à SDH, mas até o momento nada foi resolvido.
Se até amanhã, dia 20 de setembro de 2012, os recursos não forem liberados, o Centro terá de fechar suas portas e todos os funcionários serão dispensados.
O Movimento Nacional da População em Situação de Rua (MNPR) está de luto diante da situação! Isso constitui uma profunda agressão aos direitos desse grupo populacional.
Denunciamos essa situação e exigimos providências sobre o assunto!
Movimento Nacional da População em Situação de Rua -MNPR

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

CONSELHO TUTELAR

Conselheiros cadë vocës?

O que tenho visto é que é muito mais fácil ver um caso em uma residéncia do que nas ruas onde tem crianças pedindo socorro através do uso da droga, náo vejo conselheiro nas ruas, nos faróis. O conselho tutelar náo deveria ter de imediato uma vaga em abrigo quando uma criança necessita? Pois náo é o que tenho visto, pois a criança resolve ir atrás de uma vaga e simplesmente náo se tem e assim a mesma criança volta para rua. Isso sem falar do mau atendimento de alguns conselheiros. O que é metodologia de atendimento social de caso? É escolha de caso? Esse vai dar menos problema esse náo? Eu via o Conselho de Tutelar de outra forma, agora trabalhando com criança em alta vulnerabilidade social tenho outra opiniáo.

  O Conselho Tutelar começa a agir sempre que os direitos de crianças e adolescentes forem ameaçados ou violados pela própria sociedade, pelo Estado, pelos pais, responsável ou em razão de sua própria conduta.
NÁO É ISSO QUE TENHO VISTO.

MOSTRANDO O TRABALHO DO ATENÇÁO URBANA Vida no Semáforo: crianças vivem nas ruas para ajudar no orçamento familiar

São mais de 130 mil menores vivendo nas ruas em todo o país. Eles pedem dinheiro nos semáforos para complementar a renda familiar. Crianças indefesas, que largam a escola e ser arriscam nar ruas por dinheiro.
Tags: ajudar, crianças, familiar, orçamento, renda, ruas

VEJA VIDEO

http://entretenimento.r7.com/hoje-em-dia/videos/-vida-no-semaforo-criancas-vivem-nas-ruas-para-ajudar-no-orcamento-familiar/idmedia/50508e746b71a855fc29d7ae.html

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

PAULO FREIRE-EDUCAR PARA TRANSFORMAR

FRASESPaulo Freire foi um homem de idéias e e de uma prática renovadora progressista e democrática. Suas frases, nas mais diferentes fases da sua vida, têm a capacidade de expressar a sua concepção pedagógica, ideológica, educacional, além de revelar um pouco mais da sua sensibilidade, carinho e paixão pela vida, pelo ser humano.
“Toca violão bem baixinho e canta para eu dormir.”
(Livro do Bebê in Ana Maria Araújo Freire no livro Paulo Freire: uma biobibliografia, em “A voz da esposa”)

“Na verdade, o domínio sobre os signos lingüísticos escritos, mesmo pela criança que se alfabetiza, pressupõe uma experiência social que o precede – a da ‘leitura’ do mundo.”
(Cartas à Guiné-Bissau, 1977.)

“A retomada da infância distante, buscando a compreensão do meu ato de ‘ler’ o mundo particular em que me movia (...), me é absolutamente significativa. Neste esforço a que me vou entregando, recrio, e revivo, no texto que escrevo, a experiência vivida no momento em que ainda não lia a palavra.”
(A importância do Ato de Ler, 1982.)

“Não basta saber ler que Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho.”
(Educação na Cidade, 1991.)

“Dai a ênfase que dou (...) não propriamente à análise de métodos e técnicas em si mesmos, mas ao caráter político da educação, de que decorre a impossibilidade de sua neutralidade.”
(Ação Cultural para a Liberdade, 1976)

“Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão.”
(Pedagogia do Oprimido, 1968.)

A consciência do mundo e a consciência de si como ser inacabado necessariamente inscrevem o ser consciente de sua inconclusão num permanente movimento de busca (...).
(Pedagogia da Autonomia, 1997.)

“Aos esfarrapados do mundo e aos que neles se descobrem e, assim descobrindo-se, com eles sofrem, mas, sobretudo, com eles lutam.”
(Pedagogia do Oprimido, 1968.)

“Quando penso em minha Terra, penso sobretudo no sonho possível – mas nada fácil – da invenção democrática de nossa sociedade.”
(À Sombra desta Mangueira, 1995.)

“Devemos compreender de modo dialético a relação entre a educação sistemática e a mudança social, a transformação política da sociedade. Os problemas da escola estão profundamente enraizados nas condições globais da sociedade.”
(Medo e Ousadia, 1987.)


“Minha fala (..) estava acrescida de um significado que antes não tinha. Era, no momento (...) em que a comunhão não era apenas a de homens e de mulheres e de deuses e ancestrais, mas também a comunhão com as diferentes expressões de vida. O universo da comunhão abrangia as árvores, os bichos, os pássaros, a terra mesma, os rios, os mares. A vida em plenitude.”
(Pedagogia da Esperança, 1992.)

“Para a concepção crítica, o analfabetismo nem é uma ‘chaga’, nem uma ‘erva daninha’ a ser erradicada (...), mas uma das expressões concretas de uma realidade social injusta.”
(Ação Cultural para a Liberdade, 1976)

“Daí que os intelectuais que aderem a esse sonho tenham de selá-lo na passagem que devem realizar ao universo do povo. No fundo, tem de viver com ele uma comunhão em que, sem dúvida, terão muito o que ensinar se, porém, com humildade e não por tática, aprenderem a renascer como um intelectual ficando-novo.”
(Por uma Pedagogia da Pergunta, 1989.)

“É porque podemos transformar o mundo, que estamos com ele e com outros. Não teríamos ultrapassado o nível de pura adaptação ao mundo se não tivéssemos alcançado a possibilidade de, pensando a própria adaptação, nos servir dela para programar a transformação.”
(Pedagogia da Indignação, 2000.)


“A pessoa conscientizada tem uma compreensão diferente da história e de seu papel nela. Recusa acomodar-se, mobiliza-se, organiza-se para mudar o mundo.”
(Cartas à Cristina, 1994.)

“O amor é uma intercomunicação íntima de duas consciências que se respeitam. Cada um tem o outro como sujeito de seu amor. Não se trata de apropriar-se do outro.”
(Educação e Mudança, 1979.)

“Desrespeitando os fracos, enganando os incautos, ofendendo a vida, explorando os outros, discriminando o índio, o negro, a mulher, não estarei ajudando meus filhos a ser sérios, justos e amorosos da vida e dos outros.”
(Pedagogia da Indignação, 2000.)
Últimas palavras escritas por Paulo Freire. Referia-se ao índio Galdino, assassinado por um grupo de adolescentes, em Brasília, 1997.

Curso ensina sobre crianças em situação de rua

Curso ensina sobre crianças em situação de rua

Projeto Travessia, que existe há 16 anos, promove aulas nos dias 23 e 24 para educadores aprenderem metodologias e práticas que farão a diferença para população de rua
São Paulo – Não importa a região pela qual se transite em São Paulo, o crescimento da população de rua é perceptível. Na contramão, são praticamente inexistentes programas com políticas de atenção a esses cidadãos. São jovens e idosos morando nas ruas, procurando por abrigos, principalmente em dias mais frios, sem comida e condições de higiene e saúde.
As aulas estão marcadas para os dias 23 e 24 de agosto, das 8h30 às 16h30, o investimento é de R$ 200. O curso ocorrerá na Fundação (Rua Líbero Badaró, 471, 19º andar, Centro). Informações e inscrições pelo (11) 2117-1059, com Milena e nucleo@travessia.org.br.

http://www.spbancarios.com.br/Noticias.aspx?id=2352

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O TEMPO DE DEUS!

Olá pessoal fiquei um tempinho longe da internet  em geral por um probleminha de saúde, que ainda náo está totalmente resolvido e logo sairei de cena de novo, mas realmente o que temos que passar ninguém poderá passar no nosso lugar. Sei que Deus tem o poder de ir no local mais profundo do nosso ser para curar as enfermidades, porque fomos criados por Ele.


O TEMPO DE DEUS ....

O tempo de Deus não é o nosso tempo nos caminhos seus,
O tempo certo de Deus no livra do deserto perto do que ele escolheu,
O tempo de Deus é a graça divina que o seu amor nos ensina,
O tempo de Deus que se baseia em suas diretrizes,
Ensinando o seu povo viver no mandamento de suas raízes,
O tempo de Deus tem um plano na vida,
Nesse oceano que a vida nos convida,
Esperar o tempo de Deus nos causa ansiedade,
Pois tudo acontece no seu devido tempo de eternidade,
O tempo de Deus tem sua visitação de felicidade,
Passando pela prova de toda adversidade,
O tempo de Deus tem promessas tem verdade,
O tempo de Deus é uma bênção do Senhor,
Que revela a sua presença de misericórdia e amor,
O tempo de Deus todo ser humano deve aguardar,
Para ser abençoado diante do seu altar,
Que fala de algo importante pra vida pronunciar,
Conhecer o tempo de Deus pra nossa vida,
Faz-nos viver nesse caminho de partiha.
Pois Deus tem uma maneira de trabalhar no filho seu,
No tempo de Deus devemos cantar louvores,
Que em cada dia nos faz mais que vencedores,
Pois nada acontece por acaso, pois tudo tem o seu caso,
O tempo de Deus chegou para mim,
No seu começo meio e fim,
Por causa da natureza humana,
Jesus foi à causa que ele tanto nos ama,
O tempo de Deus que faz a diferença,
No destino de sua recompensa,
O tempo de Deus é cheio de amor e graça,
De esperança de uma fé que assim se faça.

Levantamento Nacional de Álcool e Drogas: O Uso de Maconha no Brasil

o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas (INPAD) e a Unidade de Pesquisas em Álcool e Drogas (UNIAD) divulgaram os dados do II LENAD - Levantamento Nacional de Álcool e Drogas: O Uso de Maconha no Brasil, recém terminado. Esse estudo foi financiado pelo CNPq e pela FAPESP.
Dados desse estudo:
http://mailinguniad.campaignsender.com.br/ver_mensagem.php?id=H|272|131531|110627151231435031479