quarta-feira, 8 de maio de 2013

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ENEM 2013


ESTOU DE VOLTA!

Boa tarde!
Fiquei afastada por uns meses. Motivo: 03 cirurgias na coluna, desde novembro estou tentando ficar de boa com a vida, mas infelizmente algo deu errado que ainda continuo com o problema pelo qual procurei o médico, dores no joelho e virilha da perna esquerda e mesmo após 03 cirurgias continuo com as dores, mas creio e tenho fé em Deus que tudo há de se resolver. Mas o motivo de estar aqui é para dizer que estou de volta e me desculpem a falta de informação.
Ana Maria

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Internação Involuntária - Coerção com compaixão

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FOTOS_RONALDO_LARANJEIRA_032-3Todos os países democráticos e desenvolvidos permitem, sob algumas condições, que seus cidadãos sejam internados ou submetidos a tratamentos psiquiátricos com algum grau de coerção. Na Suécia, 30% de todas as internações são por medidas coercitivas. Os EUA talvez seja o pais com maior número desse tipo de tratamento. Com o desenvolvimento das chamadas “Drug Courts”, que são responsáveis por oferecerem tratamentos para os usuários de drogas como uma opção à prisão, criou-se um sistema bem organizado de estimulo não só para a busca, mas também para a retenção no tratamento, com centenas de milhares de pessoas já tratadas dessa forma. Vários estudos mostraram que essa abordagem obtem melhores resultados do que a busca voluntária de ajuda. O National Institute of Drug Abuse (NIDA) que é o órgão governamental responsável pelas pesquisas e pela influência nas políticas do país, recentemente lançou um consenso sobre esse assunto e um dos item claramente resume: “O tratamento para ser efetivo NÃO precisa ser voluntário”.
A própria Organização Mundial da Saúde em documento de 1996 chamado de “Leis sobre os cuidados em Saúde Mental: Dez princípios básicos”, reconhece que em algumas condições é possível alguma coerção: “No caso da pessoa com transtornos mentais estar incapaz de consentir sobre o seu tratamento, ..., deveríamos ter alguém responsável para decidir (parente, amigo ou um autoridade) qual seria a melhor alternativa”.
No Brasil todos os dias são feitas dezenas de internações coercitivas. Um bom número determinadas pela justiça, chamadas de “Compulsórias”, e um numero também substancial determinadas pelos médicos em parceria com as famílias, chamadas “Involuntárias”. A grande maioria das internações involuntárias ocorre no sistema privado de saúde. A experiência dos médicos, familiares e dos próprios pacientes é muito positiva. A maioria dessas internações transformam-se, após 2-3 semanas em voluntárias, e os pacientes terminam o tratamento harmonicamente com o médico e familiares. Raramente um paciente troca de médico devido a uma internação involuntária, pois acaba reconhecendo que a decisão foi feita com a melhor das intenções.
Um bom exemplo ocorre em São Paulo. No começo de 2012, por iniciativa do Governador Geraldo Alckmin, foram criados 30 leitos para grávidas usuárias de drogas, algumas delas internadas involuntariamente. Esse programa está funcionando muito bem, com muitas delas adolescentes, sendo tratadas de uma forma humana e profissional, e seus filhos protegidos.
Numa democracia o direito a vida deveria superar todos os outros direitos, e as internações involuntárias ou compulsórias, desde que feitas dentro da lei, pode ser uma excelente oportunidade para protegermos uma população vulnerável, especialmente os usuários de crack que perambulam pelas ruas e que colocam a sua vida e dos demais em risco.
Ronaldo Laranjeira
Professor Titular de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina - UNIFESP
http://www.uniad.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16694:internacao-involuntaria-coercao-com-compaixao&catid=29:dependencia-quimica-noticias&Itemid=94

sábado, 27 de outubro de 2012

Jovens carentes apresentam kits de sobrevivência em exposição em SP

São Paulo recebe até o dia 17 de novembro a exposição “São Paulo: Guias de Sobrevivência”, na Vila Madalena, na Zona Oeste. Conduzidos pelo artista plástico Patrick Waterhouse, 25 jovens em situação de rua atendidos pelo Projeto Quixote realizaram atividades com música, desenho e fotografia. A entrada da exposição é gratuita.
As oficinas foram baseadas em temas como “o que comer morando na rua?”, “como se abrigar?”, “como se esconder?”, “como pedir dinheiro?” ou “o que é essencial para você?”. Os jovens fotografaram, pintaram, escreveram e criaram manuais de sobrevivência.
A exposição é uma parceria do Projeto Quixote com a Fundação Unhate. Além da mostra, haverá uma projeção urbana das obras ao longo da Avenida Paulista.
Serviço
“São Paulo. Guias de Sobrevivência”
Até 17 de novembro
Local: DOC Galeria
Endereço: Rua Aspicuelta, 662 – Vila Madalena
Entrada gratuita
Para ler mais notícias do G1 SP, clique em g1.globo.com/sp.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

INDIGNAÇÁO - CENTRO DE ACOLHIDA SÁO CAMILO II



ESSA É A PALAVRA QUE TENHO QUE USAR COM RELAÇÁO OS ORIENTADORES DESSA NOITE 02/10/2012 AO RECEBER DUAS USUÁRIAS NO CENTRO DE ACOLHIDA SÁO CAMILO II. ANTES MESMO DAS MESMAS DESCER DA PERUA JÁ  APONTARAM AS MESMAS, NÁO PODERIAM FICAR NO CENTRO DE ACOLHIDA PORQUE  OS LEITOS DESTINADOS AO CAPE É SÓ LEITO ALTO, NÁO ENTENDEMOS POIS AS MESMAS PODERIAM FICAR EM LEITO ALTO. FALEI AOS DOIS OU TRËS (POIS TINHA UM SENHOR DE NOME PEDRO JUNTO TAMBÉM) QUE UMA DELAS JÁ HAVIA DORMIDO NO LOCAL POR DUAS OU TRËS VEZES E EM LEITO ALTO, OS ORIENTADORES NÁO ACREDITARAM, OU SEJA, DISSERAM QUE ISTO ACONTECEU PORQUE NÁO FOI NO PLANTÁO DELES, DENOVO PERGUNTEI SE HÁ DIFERENÇA ENTRE PLANTÓES E A ORIENTADORA DISSE QUE UM TRABALHA CORRETO E O OUTRO NÁO, A MINHA RESPOSTA FOI, UM SABE QUE TRABALHA COM SERES HUMANOS E O OUTRO TRABALHA COM MORADOR DE RUA, QUE DEVEM PENSAR QUE ELES NÁO TEM SENTIMENTOS. O ARGUMENTO FOI PORQUE AS USUÁRIAS RESPONDERAM, MAS QUEM NÁO RESPONDERIA, MORANDO NA RUA, VINDO DA ZONA SUL E AO CHEGAR SER MALTRATADOS, ATÉ EU REAGIRIA DA FORMA QUE ELAS REAGIRAM, E AO FINAL COMPROVARAM QUE UMA DELAS REALMENTE TINHA DORMIDO ANTES NO LOCAL E A DEIXARAM ENTRAR A OUTRA NÁO E TIVEMOS QUE LEVÁ-LA PARA OUTRO CENTRO DE ACOLHIDA. SINCERAMENTE ESSES ORIENTADORES PRECISAM PASSAR POR UM CURSO DE CAPACITAÇÁO.     

CHEGA DE DESCRIMINAÇÃO!

 São moradores de ruas por causas variadas como: abandono familiar ou até falta da família, situação econômica, desemprego, desajuste social e problema psicológico. Nas ruas, eles tem liberdade de vida para fazer o que quer, o que pensa sem compromisso nem responsabilidade com nada. Moradores de ruas são seres humanos que vivem fora do contexto social e a pobreza é um dos fatores que mais contribui para o desequilíbrio social.

 Celina Fontes de Andrade